Sueli de Lima Silva
Este artigo tem como objetivo analisar o novo acordo ortográfico que deverá entrar em vigor a partir de 1º de Janeiro de 2009 e conseqüentemente o uso dessa nova fase com a divisão silábica
Palavras chaves: acordo ortográfico, divisão silábica
Introdução
Este estudo tem por principio mostrar o novo acordo oficial da língua portuguesa assinado pelos países de língua oficial portuguesa O Acordo Ortográfico de 1990 pretende instituir uma ortografia oficial única da língua portuguesa e com isso aumentar o seu prestígio internacional[2], dando fim à existência de duas normas ortográficas oficiais divergentes: uma no Brasil e outra nos restantes países de língua portuguesa e como a divisão silábica sofreu na sua estrutura, quais as regras a serem seguidas para se fazer o uso correto da divisão de silabas.
Objeto de Estudo
De que é que falamos quando nos referimos ao acordo ortográfico? Referimo-nos a um acordo assinado em dezembro de 1990 em Lisboa entre os sete países de língua oficial portuguesa de então que estabelece normas ortográficas, ou seja regras de como escrever palavras.
O acordo ortografico muda a grafia de certas palavras , a maneira como se escrevem , mas não altera a pronúncia de nenhuma palavra., não tem haver com as variações de uso ou significado de palavras, mas sim com a maneira como se escrevem., não estabelece regras de sintaxe , e sim com a maneira de escrever as palavras .
O novo acordo ortografico deverá entrar em vigor em 1º de janeiro de 2009 e houve alguams relações em relação a divisaõ silábica.
A divisão silábica deve ser feita a partir da soletração, ou seja, dando o som total das letras que formam cada sílaba, cada uma de uma vez. Usa-se o hífen para marcar a separação silábica. Muitas vezes, quando estamos produzindo um texto, não há espaço no final da linha para escrevermos uma palavra toda. Devemos, então, recorrer a sua divisão em duas partes. Esta partição é sempre indicada com hífen e obedece às regras de separação silábica que acabamos de mencionar.
A divisão silábica precisa seguir algumas regras como : São indivisíveis no interior de palavra , e formam portanto sílaba para a frente as sucessões de duas consoantes que constituem perfeitos grupos. São divisíveis no interior da palavra as sucessões de duas consoantes que não constituem propriamente grupos e igualmente as sucessões de m ou n. O conhecimento das regras de divisão silábica é útil para a translineação das palavras, ou seja, para separá-las no final das linhas. Quando houver necessidade da divisão, ela deve ser feita de acordo com as regras abaixo. Por motivos estéticos e de clareza, devem-se evitar vogais isoladas no final ou no início de linhas, como a-sa ou Urugua-i.
ditongos e tritongos pertencem a uma única sílaba: au-tô-no-mo, ou-to-no, di-nhei-ro, U-ru-guai, i-guais.
os hiatos são separados em duas sílabas: du-e-to, a-mên-do-a, ca-a-tin-ga.
os dígrafos ch, lh, nh, gu e qu pertencem a uma única sílaba: chu-va, mo-lha, es-ta-nho, guel-ra, a-que-la.
as letras que formam os dígrafos rr, ss, sc, sç, xs, e xc devem ser separadas: bar-ro, as-sun-to, des-cer, nas-ço, es-xu-dar, ex-ce-to.
os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas devem ser separados, excetuando-se aquelas em que a segunda consoante é l ou r: con-vic-ção, a-pli-ca-ção, as-tu-to, a-pre-sen-tar, ap-to, a-brir, cír-cu-lo, re-tra-to, ad-mi-tir, de-ca-tlo, ob-tu-rar. Os grupos consonantais que iniciam palavras não são separáveis: gnós-ti-co, pneu-má-ti-co, mne-mô-ni-co.
Referencias Bibliograficas
Manual Dinâmico do Estudante ,DCL , projeto cultura/2000 Sao Paulo
Este artigo tem como objetivo analisar o novo acordo ortográfico que deverá entrar em vigor a partir de 1º de Janeiro de 2009 e conseqüentemente o uso dessa nova fase com a divisão silábica
Palavras chaves: acordo ortográfico, divisão silábica
Introdução
Este estudo tem por principio mostrar o novo acordo oficial da língua portuguesa assinado pelos países de língua oficial portuguesa O Acordo Ortográfico de 1990 pretende instituir uma ortografia oficial única da língua portuguesa e com isso aumentar o seu prestígio internacional[2], dando fim à existência de duas normas ortográficas oficiais divergentes: uma no Brasil e outra nos restantes países de língua portuguesa e como a divisão silábica sofreu na sua estrutura, quais as regras a serem seguidas para se fazer o uso correto da divisão de silabas.
Objeto de Estudo
De que é que falamos quando nos referimos ao acordo ortográfico? Referimo-nos a um acordo assinado em dezembro de 1990 em Lisboa entre os sete países de língua oficial portuguesa de então que estabelece normas ortográficas, ou seja regras de como escrever palavras.
O acordo ortografico muda a grafia de certas palavras , a maneira como se escrevem , mas não altera a pronúncia de nenhuma palavra., não tem haver com as variações de uso ou significado de palavras, mas sim com a maneira como se escrevem., não estabelece regras de sintaxe , e sim com a maneira de escrever as palavras .
O novo acordo ortografico deverá entrar em vigor em 1º de janeiro de 2009 e houve alguams relações em relação a divisaõ silábica.
A divisão silábica deve ser feita a partir da soletração, ou seja, dando o som total das letras que formam cada sílaba, cada uma de uma vez. Usa-se o hífen para marcar a separação silábica. Muitas vezes, quando estamos produzindo um texto, não há espaço no final da linha para escrevermos uma palavra toda. Devemos, então, recorrer a sua divisão em duas partes. Esta partição é sempre indicada com hífen e obedece às regras de separação silábica que acabamos de mencionar.
A divisão silábica precisa seguir algumas regras como : São indivisíveis no interior de palavra , e formam portanto sílaba para a frente as sucessões de duas consoantes que constituem perfeitos grupos. São divisíveis no interior da palavra as sucessões de duas consoantes que não constituem propriamente grupos e igualmente as sucessões de m ou n. O conhecimento das regras de divisão silábica é útil para a translineação das palavras, ou seja, para separá-las no final das linhas. Quando houver necessidade da divisão, ela deve ser feita de acordo com as regras abaixo. Por motivos estéticos e de clareza, devem-se evitar vogais isoladas no final ou no início de linhas, como a-sa ou Urugua-i.
ditongos e tritongos pertencem a uma única sílaba: au-tô-no-mo, ou-to-no, di-nhei-ro, U-ru-guai, i-guais.
os hiatos são separados em duas sílabas: du-e-to, a-mên-do-a, ca-a-tin-ga.
os dígrafos ch, lh, nh, gu e qu pertencem a uma única sílaba: chu-va, mo-lha, es-ta-nho, guel-ra, a-que-la.
as letras que formam os dígrafos rr, ss, sc, sç, xs, e xc devem ser separadas: bar-ro, as-sun-to, des-cer, nas-ço, es-xu-dar, ex-ce-to.
os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas devem ser separados, excetuando-se aquelas em que a segunda consoante é l ou r: con-vic-ção, a-pli-ca-ção, as-tu-to, a-pre-sen-tar, ap-to, a-brir, cír-cu-lo, re-tra-to, ad-mi-tir, de-ca-tlo, ob-tu-rar. Os grupos consonantais que iniciam palavras não são separáveis: gnós-ti-co, pneu-má-ti-co, mne-mô-ni-co.
Referencias Bibliograficas
Manual Dinâmico do Estudante ,DCL , projeto cultura/2000 Sao Paulo
Dados: UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ-UVA CENTRO DE LETRAS-ARTES CURSO: LETRAS-PORTUGUES DISCIPLINA: FONETICA E FONOLOGIA PROFESSOR: VICENTE MARTINS

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